quinta-feira, 5 de abril de 2012



Projeções demográficas produzidas pela Fundação Seade apontam que, em 2025, São Paulo terá mais idosos que crianças com até 14 anos de idade.

De olho nesta nova estrutura etária da população, o Grupo Bradesco Seguros, com apoio da Bradesco Vida e Previdência, anuncia em São Paulo o Programa “Porteiro Amigo do Idoso”, iniciativa pioneira com o objetivo de capacitar aqueles profissionais que lidam diariamente com moradores com 60 anos ou mais, para oferecerem soluções e cuidados adequados às necessidades especiais desse público.

Os porteiros foram escolhidos por terem sido eleitos os maiores aliados dos idosos no auxílio de questões do dia-a-dia, tornando-se os melhores amigos desse público, em pesquisas realizadas. O bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, foi escolhido para iniciar o programa por ser a região com a maior concentração no Brasil de pessoas com mais de 60 anos - um a cada três moradores está nessa faixa etária. Com o sucesso na cidade fluminense, a iniciativa chega à capital paulista na macro região de Higienópolis, conhecida pela sua alta concentração de idosos.

De acordo com o censo demográfico de 2010, a cidade de São Paulo é onde há maior concentração de idosos em todo o Estado. Só a região paulistana de Higienópolis congrega quase 15 mil pessoas com 60 anos ou mais.
  
Nesse contexto, foi identificada a necessidade de investir na capacitação da mão-de-obra que atua em condomínios, uma primeira iniciativa que faz parte de ações voltadas a promover o investimento em cidades amigas dos idosos.  

"O objetivo do Programa é fazer com que os porteiros se tornem ainda mais amigos e que possam entender o processo de envelhecimento em todos seus aspectos. E aquele que está preparado para lidar com o idoso, está preparado para lidar com qualquer público", destaca a gerente da Bradesco Seguros, Rosana Gonçalves de Rosa. Os prédios nos quais esses profissionais trabalham, com os resultados positivos comprovados pelos próprios idosos, ganham uma certificação de qualidade. Rosana lembra que a adesão dos síndicos ao programa é fundamental.

Fonte: SEGS; Mariana Poli do Agora

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